Avaliação presencial.
Conduzimos os primeiros três tempos com o paciente, na clínica: consciência, exame qualitativo de movimento (incluindo o eixo visceral) e leitura postural pela oclusão.
Deslocamo-nos à sua clínica e conduzimos os cinco tempos do INOS nos pacientes que o justificam. A sua equipa recebe o Laudo Neuro-Oclusal Sistémico e a estratégia para tratar com um alvo funcional correto.
Plano de 6 meses · 1 visita mensal · até 6 pacientes · Portugal
O INOS faz sentido em pacientes com dores de cabeça, pescoço, braços ou mandíbula; bruxismo; alterações do sono que podem revelar problemas escondidos. São os quadros em que a origem da queixa raramente está onde o sintoma aparece.
Nestes casos, a leitura sistémica identifica o desequilíbrio postural — um estado neuromuscular — que está a sustentar a queixa, e define o alvo funcional que o tratamento dentário deve procurar.
Conduzimos os primeiros três tempos com o paciente, na clínica: consciência, exame qualitativo de movimento (incluindo o eixo visceral) e leitura postural pela oclusão.
Entrega do Laudo Neuro-Oclusal Sistémico ao dentista, com as opções técnicas para o alvo funcional — alinhadores, goteiras, facetas. A decisão e a execução são sempre do médico.
Exercícios para o paciente e, quando necessário, refinamento presencial das alturas da goteira. Reavaliações a convite da clínica.
Não. A avaliação é conduzida por Leonardo Machado, fisioterapeuta, há 15 anos dedicado à relação oclusal. O exame corporal e visceral é conduzido por ele; o diagnóstico e o tratamento dentário são sempre do médico dentista.
Não. A evidência não sustenta relações estruturais de causa entre oclusão e postura, e o INOS não faz essa afirmação. Trabalha sobre o desequilíbrio postural enquanto estado neuromuscular — a neurofisiologia da contração e o equilíbrio de tónus —, uma leitura funcional, não uma promessa de correção postural.
Não. O que o método acrescenta é uma leitura sistémica e o Laudo Neuro-Oclusal Sistémico. A decisão clínica e o plano continuam inteiros do médico responsável de cada caso.
O ideal é dispor de scanner intraoral e raio-x (ortopantomografia e telerradiografia), usados para cruzar com a leitura sistémica.
A clínica contrata um plano mínimo de 6 meses, com uma visita clínica por mês e até seis pacientes por visita. O investimento é definido por clínica (inclui a deslocação) e discute-se em conversa reservada. Atuação em todo o país.
Conte-nos o contexto da clínica e o tipo de casos. Se houver encaixe, avançamos.