Para Clínicas · INOS na Clínica

A leitura sistémica que o seu paciente precisa, conduzida na sua clínica.

Deslocamo-nos à sua clínica e conduzimos os cinco tempos do INOS nos pacientes que o justificam. A sua equipa recebe o Laudo Neuro-Oclusal Sistémico e a estratégia para tratar com um alvo funcional correto.

Plano de 6 meses · 1 visita mensal · até 6 pacientes · Portugal

Quando chamar o INOS

A queixa persiste ou recidiva — e a boca, sozinha, não a explica.

O INOS faz sentido em pacientes com dores de cabeça, pescoço, braços ou mandíbula; bruxismo; alterações do sono que podem revelar problemas escondidos. São os quadros em que a origem da queixa raramente está onde o sintoma aparece.

Nestes casos, a leitura sistémica identifica o desequilíbrio postural — um estado neuromuscular — que está a sustentar a queixa, e define o alvo funcional que o tratamento dentário deve procurar.

Como decorre

Conduzimos a leitura. O seu dentista trata com um alvo correto.

1

Avaliação presencial.

Conduzimos os primeiros três tempos com o paciente, na clínica: consciência, exame qualitativo de movimento (incluindo o eixo visceral) e leitura postural pela oclusão.

2

Laudo e estratégia.

Entrega do Laudo Neuro-Oclusal Sistémico ao dentista, com as opções técnicas para o alvo funcional — alinhadores, goteiras, facetas. A decisão e a execução são sempre do médico.

3

Acompanhamento.

Exercícios para o paciente e, quando necessário, refinamento presencial das alturas da goteira. Reavaliações a convite da clínica.

O que a clínica ganha

Pacientes que compreendem — e que, por isso, aceitam.

Pacientes que compreendem a sua condição e aceitam o plano proposto.

A integração sistémica faz o paciente entender, de dentro, porque é que o plano faz sentido.

Tratamentos com um alvo funcional correto, com menos recidiva.

O dentista trata sabendo onde está o equilíbrio a recuperar, não apenas a queixa a aliviar.

Uma leitura que a formação dentária não cobre — sem a adquirir de raiz.

O conhecimento sistémico entra na clínica pela mão de quem o conduz, caso a caso.

Perguntas que um clínico faz primeiro

O que costuma vir antes de qualquer conversa.

Quem conduz a avaliação é médico dentista?

Não. A avaliação é conduzida por Leonardo Machado, fisioterapeuta, há 15 anos dedicado à relação oclusal. O exame corporal e visceral é conduzido por ele; o diagnóstico e o tratamento dentário são sempre do médico dentista.

O INOS afirma que a oclusão muda a postura, ou o contrário?

Não. A evidência não sustenta relações estruturais de causa entre oclusão e postura, e o INOS não faz essa afirmação. Trabalha sobre o desequilíbrio postural enquanto estado neuromuscular — a neurofisiologia da contração e o equilíbrio de tónus —, uma leitura funcional, não uma promessa de correção postural.

Isto interfere na autonomia clínica da minha equipa?

Não. O que o método acrescenta é uma leitura sistémica e o Laudo Neuro-Oclusal Sistémico. A decisão clínica e o plano continuam inteiros do médico responsável de cada caso.

De que precisa a clínica?

O ideal é dispor de scanner intraoral e raio-x (ortopantomografia e telerradiografia), usados para cruzar com a leitura sistémica.

Como funciona o acompanhamento e quanto custa?

A clínica contrata um plano mínimo de 6 meses, com uma visita clínica por mês e até seis pacientes por visita. O investimento é definido por clínica (inclui a deslocação) e discute-se em conversa reservada. Atuação em todo o país.

Próximo passo

Uma conversa, não um compromisso.

Conte-nos o contexto da clínica e o tipo de casos. Se houver encaixe, avançamos.