Formação de 1 dia · Médicos dentistas · Porto

Deixa de adivinhar nos casos de DTM.

Num dia, ganhas o critério para saber o que é da oclusão, o que é do corpo e o que fazer a seguir — e para falar com autoridade, sem prometer milagres.

24 de outubro · Porto · 09:00–19:00 · turma reduzida · trabalho de casos em pares

§ 01 — Se calhar já te aconteceu

Fizeste tudo certo. O caso continua a não fechar.

O problema quase nunca é a tua técnica. É a leitura do caso.

Os pacientes de DTM são dos que mais tempo de cadeira consomem — e dos que mais deixam aquela dúvida no fim do dia. O problema, quase sempre, não é a tua técnica: é a leitura do caso. E é exatamente isso que este dia te dá.

Fazes a goteira, ajustas a oclusão — e a dor volta na mesma.

Ele queixa-se do pescoço e das dores de cabeça, e não sabes bem onde isso encaixa no teu plano.

Pergunta-te se a oclusão está a estragar a postura — e não sabes o que responder sem te comprometeres.

Suspeitas de refluxo, sono ou stress, mas não tens um rastreio prático para confirmar.

Encaminhas para outro profissional e sentes que perdeste o controlo do caso.

Cada formação diz uma coisa diferente sobre oclusão e postura, e nenhuma te dá critério.

§ 02 — Porquê este dia

Não vens aprender a tratar DTM de forma diferente. Vens aprender a lê-la melhor.

O diagnóstico e o tratamento oclusal continuam a ser teus. O que muda é tudo o que vem antes: perceberes de onde nasce o problema, o que está mesmo provado, e o que fazer com um caso que a goteira não resolve. É isso que separa o dentista que «faz goteiras» do dentista para quem os casos difíceis são encaminhados.

Deixas de adivinhar

Passas a saber o que é da oclusão, o que é do sistema nervoso, e o que é de outra coisa qualquer — para parares de tratar a oclusão à espera de resolver o que nasce noutro lado.

Sais com ferramentas, não com teoria

Uma checklist de rastreio, uma árvore de encaminhamento e um guião de linguagem. Nenhum módulo é só slides — cada bloco fecha com algo que aplicas na cadeira.

Falas com autoridade

Sais a saber exatamente o que podes afirmar a um paciente (e a um colega) sobre oclusão, postura e DTM — sem prometer o que não se demonstra. Isso é confiança que se nota.

§ 03 — O que levas para a cadeira na segunda-feira

Ferramentas concretas, não apontamentos.

No fim do dia, sais com isto pronto a usar no próximo paciente que range.

Checklist de rastreio de 1 página

Refluxo, sono e stress — os três eixos que passam a fazer parte de cada caso.

Árvore de encaminhamento

Quando mandar ao gastro, à medicina do sono, à psicologia ou ao fisioterapeuta — e por que sinal.

Guião de linguagem com o paciente

O que dizer (e o que nunca dizer) sobre oclusão e postura, para não prometeres o impossível.

Mapa de co-gestão e trabalho em equipa

Quem faz o quê, quando encaminhar nos dois sentidos, e como manteres o controlo do caso.

A leitura mandíbula–pescoço na mão

Aprendes a palpar e a demonstrar, em pares, a ligação que os teus pacientes sentem mas ninguém explica.

Critério para casos crónicos e de crescimento

Saber o que muda quando o paciente é uma criança, ou quando o caso já está instalado há anos.

§ 04 — O programa · conteúdos do dia

Do paciente que range à decisão de encaminhar.

Nove blocos, todos com componente prática — palpação, rastreio, demonstração ou um caso real. A ciência está lá, mas ao serviço da tua decisão clínica, não do outro lado.

  1. «Foi a oclusão ou foi a postura?» — a pergunta que te prende

    Porque procurar um único culpado te leva a becos sem saída (e a sobretratamento). Trocamos a pergunta por uma que te deixa agir.

  2. Por que uma interferência mínima que o paciente «sente» é real

    O que a oclusão realmente informa ao corpo — e por que isso importa para leres queixas que antes descartavas.

  3. Como o apertar dos dentes chega ao pescoço (e ao resto do corpo)

    Vais sentir e palpar a ligação ao vivo. E vais perceber por que isso não te dá licença para prometer que «a oclusão comanda a postura».

  4. O bruxismo não nasce na oclusão — e o rastreio que muda tudo

    De onde nasce mesmo (refluxo, sono, stress) e por que a goteira protege o dente mas não trata a causa. Construímos juntos o teu rastreio de 1 página.

  5. Mandíbula e pescoço: o que está mesmo provado

    A ligação é real, medida e nos dois sentidos — e aprendes a palpá-la. Deixas de a mencionar por intuição e passas a mostrá-la com segurança.

  6. Oclusão e postura: o que podes (e não podes) dizer

    Onde a evidência é fraca, onde é forte, e como o efeito real só aparece quando se desafia o sistema. Sais com frases que podes usar sem receio.

  7. Adulto, criança, caso crónico: reconhecer o registo

    Por que o mesmo problema se comporta de forma diferente conforme a idade e a cronicidade — e o que isso muda no que prometes e para quem encaminhas.

  8. Trabalhar em equipa sem perder o caso

    Quem faz o quê, quais os sinais para encaminhar nos dois sentidos, e como falar com o paciente. A co-gestão que te faz ganhar casos, não perdê-los.

  9. Casos reais — a tua grelha, do início ao fim

    Aplicamos tudo a casos trazidos pela sala (traz o teu). Sais com a sequência completa treinada: rastrear → ler → testar → decidir → encaminhar.

§ 05 — Porque é diferente de outras formações

Não te vou prometer que curas a DTM. Vou dar-te algo mais útil.

Há muita formação a vender certezas fáceis e um «aparelho mágico». Esta faz o contrário: dá-te o que está provado, nomeia com honestidade o que não está, e ensina-te a agir mesmo na incerteza. É esse rigor que torna o teu discurso — e as tuas decisões — defensáveis.

O que este dia te promete

  • Ler o caso com critério — saber de onde nasce o problema.
  • Ferramentas prontas — rastreio, encaminhamento, linguagem.
  • Saber o teu limite — e comunicá-lo sem perder autoridade.
  • Co-gerir sem perder o caso — a fronteira bem traçada.

O que não te vende

  • Um protocolo milagroso que «resolve» a DTM.
  • A promessa de que alinhar a oclusão endireita a postura.
  • Certezas que a evidência não sustenta.
O INOS — a leitura neuro-oclusal sistémica criada por Leonardo Machado, fisioterapeuta — trabalha ao lado do dentista, não por cima. Delimita o que é da oclusão, o que é do corpo, e onde outros profissionais acrescentam valor. Complementaridade, não hierarquia.
§ 06 — É para ti?

Feito para um perfil concreto de dentista.

É para ti se…
  • Já trabalhas oclusão e DTM e queres um patamar acima na leitura dos casos.
  • Tens pacientes de DTM que não fecham e queres saber porquê.
  • Queres ser a referência da tua zona para casos difíceis.
  • Valorizas rigor e honestidade acima de fórmulas mágicas.
Não é para ti se…
  • Procuras um protocolo fechado para aplicar sem pensar.
  • Nunca trabalhaste oclusão nem DTM (esta parte de um patamar).
  • Queres que te garantam que «curas» a DTM.
  • Não estás disposto a pôr as mãos e treinar casos em pares.
§ 07 — Quem já esteve na sala

O que os colegas dizem.

[Substituir por 3 testemunhos reais — nome, especialidade e cidade]

[Testemunho — o antes/depois concreto: «saí a saber exatamente o que dizer ao paciente…»]

[Nome]
[Especialidade · Cidade]

[Testemunho — a ferramenta que mais usou: «a checklist de rastreio mudou a minha consulta…»]

[Nome]
[Especialidade · Cidade]
§ 08 — Quem conduz o dia

Leonardo Machado

Leonardo Machado, fisioterapeuta e autor do método INOS

Fisioterapeuta e criador do INOS — o raciocínio neuro-oclusal sistémico aplicado à DTM e ao bruxismo.

Passou anos a ver, do lado da fisioterapia, os casos que a odontologia sozinha não fechava — e a construir uma forma de os ler que respeita a fronteira de cada profissão. Trabalha a partir de uma regra exigente: mecanismo antes de correlação. Nada entra no discurso sem passar no crivo do que está demonstrado.

[Bio curta — percurso, formação, anos de experiência clínica, publicações ou palestras relevantes, com quantos dentistas já trabalhou]

§ 09 — Inscrição

Reserva o teu lugar.

Turma reduzida, para que o trabalho de casos em pares funcione de verdade. Quando esgotar, a próxima edição fica para [data / meses] depois.

Formação destinada a médicos dentistas com trabalho prévio em oclusão/DTM, com finalidade formativa. Não substitui o juízo clínico individual nem propõe protocolos de tratamento oclusal — o diagnóstico e a terapêutica oclusal permanecem competência do médico dentista.

§ 10 — Antes de decidires

Dúvidas frequentes

Sou dentista. Vou aprender a tratar DTM ou só a «encaminhar»?

Vais aprender a ler o caso muito melhor — e isso torna o teu tratamento mais certeiro. O diagnóstico e a terapêutica oclusal continuam a ser teus. O que ganhas é saber de onde nasce o problema, quando o teu trabalho chega, e onde precisas de outra mão. Encaminhar com critério é ganhar casos, não perdê-los.

Preciso de trabalhar com outros profissionais para isto valer a pena?

Não. O dia foi pensado para o dentista e é útil mesmo que nunca encaminhes ninguém. A parte de co-gestão mostra-te quando e como o fazer, se e quando quiseres — e dá-te a linguagem certa para o paciente entretanto.

É muito teórico? Não tenho paciência para um dia de slides.

Nenhum bloco é só slides. Vais discriminar contactos, palpar a ligação mandíbula–pescoço, construir a tua checklist de rastreio e trabalhar casos reais em pares. Sais com coisas feitas, não com apontamentos por passar a limpo.

Já fiz formações de oclusão. O que é que esta tem de novo?

A maioria das formações escolhe um lado — a oclusão manda, ou a postura manda. Esta mostra-te por que nenhuma das duas está provada, o que está mesmo demonstrado, e como agir na incerteza sem prometer o que não se cumpre. É o critério que faltava, não mais uma técnica.

Recebo certificado?

[Confirmar — certificado de participação / horas / créditos, se aplicável]

E se me inscrever e não puder ir?

[Política de cancelamento / transferência de inscrição — ex.: reembolso até X dias antes, ou transferência para a próxima edição]